Nessa onda Gino e Geno resolvir dar um tostão da minha voz e fiz essa música. Quem me inspirou foi um amigo meu - é verdade, juro que não foi comigo - que depois de mandar umas "cachacis" pra cabeça acabou saindo da boate com "uma cabra" cabeluda de 1,80 de altura. Segundo o próprio protagonista da história, ele não precisou pagar pra ver que estava enganado, pois disse ter percebido antes que a vaca fosse pro brejo e o boi mostrasse seus dotes. Então em homenagem a esse meu amigo e a todos aqueles que ja confundiram catraca de canhão com conhaque de alcatrão segue a música abaixo.
O que eu gosto é de “muié”
No baile de peão, mais uma vez fiquei na mão
O show já tinha acabado e eu só era frustração
Nenhuma “muié” bonita para me acompanhar
Mas algo “inda” me dizia aquele dia ia mudar
Foi quando eu percebi que um loirão me esperava
Se chamava Doralice mas da voz eu suspeitava
Devido a essa rouquidão passei a mão na jugular
Foi quando algo cresceu e eu tive que me mandar
O que eu gosto é de “muié”
O que eu gosto é de “muié”
O que eu gosto é de “muié”
Mas ela é ele vou dar no pé
O que eu gosto é de “muié”
O que eu gosto é de “muié”
O que eu gosto é de “muié”
Mas ela é ele vou dar no pé
Amigo por isso digo hoje em dia tome cuidado
Tem muito boi que é vaca e muita sogra que é cunhado
Se dizem injustiçados sem poder se expressar
Mas uma falsa expressão quase acertou meu calcanhar
Mas para a minha surpresa a sorte estava do meu lado
Eu tinha bebido muito e sonhava desacordado
Era um pesadelo desses que molha a cama molha o chão
Peão que é peão não falha e não joga na contra mão
O que eu gosto é de muié
O que eu gosto é de muié
O que eu gosto é de muié
Mas ela é ele vou dar no pé
O que eu gosto é de “muié”
O que eu gosto é de “muié”
O que eu gosto é de “muié”
Mas ela é ele vou dar no pé